14 de Novembro de 2011 – “Fazer por Fazer” com Paulo Morgado
Para o último Fim de Tarde na EEC de 2011 teremos o prazer de ter connosco o Paulo Morgado, Administrador delegado da Capgemini Portugal. No próximo dia 14 de Novembro conduzirá os participantes numa viagem de ligação da Filosofia às Organizações e suas Pessoas.
Nas suas palavras, a reflexão que procurará promover “trata-se de desafiar a Alta Direcção das empresas a tomar consciência de que a execução (o fazer) é fonte de um manancial de informação fortemente relevante para o sucesso da própria execução. Estaticamente, podemos julgar estar perante uma tautologia – executar porque executamos, fazer porque fazemos -, mas dinamicamente não estamos.
Através da análise dos quatro pilares críticos para a execução, que são a Concisão, a Capacidade, a Contingência e o Controlo, explicaremos aos gestores como não devem ficar presos em falsos “dilemas” como o pensar vs. executar, planear vs. implementar ou a teoria vs. a prática. Dinamicamente, uma vez mais, não há contradição, não há paradoxo.
Se a Filosofia é importante? Muito. Mas também a Retórica, porque de informar, persuadir e divertir se vai tratar.”
Nota Curricular de Paulo Morgado
Administrador Delegado da Capgemini Portugal desde 2003. Ingressou na Capgemini Portugal em 2001 com Vice Presidente da Consultoria Estratégica.
Anteriormente, desempenhou funções de liderança e gestão na Roland Berger, Banco Finantia e da Vidago, Melgaço e Pedras Salgadas onde se tornou CEO aos 32 anos de idade.
Do ponto de vista académico, detém duas licenciaturas clássicas Gestão e Direito, dois mestrados, em Finanças e Filosofia, sendo investigador no CEFI (Centro de Estudos de Filosofia da Universidade Católica de Lisboa)
Além do seu livro “O Riso em Bergson”, publicado em Julho passado, publicou “O Corrupto e o Diabo” em 2007, “Contos de Colarinho Branco” em 2005, “Cem Argumentos” em 2003 e o Processo Negocial em 1994.
É membro da Direcção de Diversos Conselhos Consultivos de diversas associações, entre as quais se destacam a Associação Industrial Portuguesa, o Fórum de Administradores de Empresas, o Instituto Português de Corporate Governance e a Ordem dos Economistas.


